A ideia da Casa Itacaiú nasceu de uma realidade que a maioria dos proprietários de casa de campo conhece bem: os proprietários atuais utilizam o imóvel no máximo três vezes por ano. Mesmo assim, a casa exige manutenção constante — caseiro, energia, piscina, seguro — gerando custos mensais que não param, independentemente do uso.
Em vez de vender o imóvel, os proprietários optaram por transformá-lo em uma propriedade compartilhada, um modelo que vem crescendo de forma acelerada no mundo todo. Na Europa, nos Estados Unidos e em diversos países, o co-ownership de imóveis de lazer já é uma realidade consolidada — e faz todo o sentido: por que manter sozinho um bem que você usa poucas vezes por ano, quando pode dividi-lo com outros sócios e reduzir drasticamente o custo?
Com o modelo de cotas, cada sócio tem acesso a uma casa completa, com barco, piscina e toda a infraestrutura, por uma fração do investimento — e com 44 dias de uso exclusivo por ano, muito mais do que a média real de uso de quem mantém um imóvel sozinho.